
Estreou hoje a nova novela das sete da Rede Globo, “Ti-ti-ti”, de Maria Adelaide Amaral. O episódio correu de forma leve, sem as costumeiras mega cenas de ação que, a pesar de lindas, não dizem quase nada sobre o enredo de uma novela. Com isso, o público pôde entender bem a história, os núcleos, as personagens. A trama pareceu ser muito boa.
Texto agradável e atuações convincentes. Destaque para Malu Mader, Guilhermina Guinle, André Arteche e Gustavo Leão.
Excelente caracterização das personagens no que diz respeito a figurinos, como pôde ser visto a partir de Adriano (Rafael Zulu) e Help (Betty Gofman), e também em relação e elementos como o corte de cabelo, como os de Edgar (Caio Castro), Julinho (André Arteche) e Ariclenes (Murilo Benício).
Abertura bem humorada. Trilha sonora combinando com a trama. Continuidade bem feita. Boa transição entre as cenas, em especial o recurso utilizado para inserção de flash back.
Sotaque mineiro na medida, a começar por Ísis Valverde, que sabe bem o que está fazendo, já que nasceu em Belo Horizonte. A cidade, inclusive, foi muito bem representada, com gravações na Praça da Liberdade e na Lagoa da Pampulha.
Nesta última, houve uma excelente cena em que Osmar (Gustavo Leão) quase bate o carro. A sequência conseguiu fazer marketing social sobre o uso de celulares durante a direção, ajudou a amarrar a trama (já que sabemos que a personagem de Gustavo Leão morrerá em breve num acidente de carro) e a caracterizar as personagens Osmar (Gustavo Leão) e Julinho (André Arteche), e foi muito bonita.
As personagens gays não são estereotipadas e, por outro lado, são bastante convincentes. Boa tematização religiosidade x homossexualidade.
O núcleo encabeçado por Nicole (Elizângela) e Marta (Dira Paes) é hilário.
Bom elenco jovem (Carolina Oliveira, Fernanda Souza, Ísis Valverde, Gustavo Leão, André Anteche, Davi Lucas). Mas o elenco mais maduro também não fica para trás (Mauro Mendonça, Nicette Brubo, Malu Mader, Elizângela, Cláudia Raia).
Destaque também para as iniciantes Juliana Paiva e Clara Tiezzi.
Duas atrizes, entretanto, não me agradaram muito. Camila Bianchi, com gestos e entonações teatrais e fora de contexto, e Giulia Gam, um pouco exagerada.
“Ti-ti-ti” tem a excelente direção de Jorge Fernando, que sempre é receita de sucesso. Tomara que continue tão boa quanto foi seu primeiro episódio.
Texto agradável e atuações convincentes. Destaque para Malu Mader, Guilhermina Guinle, André Arteche e Gustavo Leão.
Excelente caracterização das personagens no que diz respeito a figurinos, como pôde ser visto a partir de Adriano (Rafael Zulu) e Help (Betty Gofman), e também em relação e elementos como o corte de cabelo, como os de Edgar (Caio Castro), Julinho (André Arteche) e Ariclenes (Murilo Benício).
Abertura bem humorada. Trilha sonora combinando com a trama. Continuidade bem feita. Boa transição entre as cenas, em especial o recurso utilizado para inserção de flash back.
Sotaque mineiro na medida, a começar por Ísis Valverde, que sabe bem o que está fazendo, já que nasceu em Belo Horizonte. A cidade, inclusive, foi muito bem representada, com gravações na Praça da Liberdade e na Lagoa da Pampulha.
Nesta última, houve uma excelente cena em que Osmar (Gustavo Leão) quase bate o carro. A sequência conseguiu fazer marketing social sobre o uso de celulares durante a direção, ajudou a amarrar a trama (já que sabemos que a personagem de Gustavo Leão morrerá em breve num acidente de carro) e a caracterizar as personagens Osmar (Gustavo Leão) e Julinho (André Arteche), e foi muito bonita.
As personagens gays não são estereotipadas e, por outro lado, são bastante convincentes. Boa tematização religiosidade x homossexualidade.
O núcleo encabeçado por Nicole (Elizângela) e Marta (Dira Paes) é hilário.
Bom elenco jovem (Carolina Oliveira, Fernanda Souza, Ísis Valverde, Gustavo Leão, André Anteche, Davi Lucas). Mas o elenco mais maduro também não fica para trás (Mauro Mendonça, Nicette Brubo, Malu Mader, Elizângela, Cláudia Raia).
Destaque também para as iniciantes Juliana Paiva e Clara Tiezzi.
Duas atrizes, entretanto, não me agradaram muito. Camila Bianchi, com gestos e entonações teatrais e fora de contexto, e Giulia Gam, um pouco exagerada.
“Ti-ti-ti” tem a excelente direção de Jorge Fernando, que sempre é receita de sucesso. Tomara que continue tão boa quanto foi seu primeiro episódio.