
A atual temporada de “Malhação”, escrita por Ricardo Hofstetter, que já havia escrito a série em 2004, tem apresentado um texto leve, inteligente e muito interessante, diferentemente do que vinha ocorrendo nas temporadas anteriores, que apresentavam textos infantis e pouco elaborados.
Sacadas como as confusões provocadas pela semelhança entre o nome das cidades de “Serra da Pedra” e “Pedra da Serra”, por exemplo, tornam o texto delicioso. Ao mesmo tempo, temas fortes como doenças sexualmente transmissíveis e literatura erótica tornam o texto atraente até mesmo para o público adulto.
Um excelente elenco tem sido contemplado com personagens muito bons. Maria Cláudia, personagem de Isabella Dionísio, por exemplo, é a patricinha fuchiqueira. O casal Valentina e Lucca, personagens de Júlia Bernat e Erik Vesch, são totalmente fora dos padrões: ele é frágil e sensível; ela é marrenta e racional. As vilãs também se apresentam de forma muito criativa: ambas apaixonadas pelo protagonista, elas tentam atrapalhar o namoro do casal principal juntas.
Um outro ponto alto da produção é a trilha sonora, que revive com estilo sucessos da década de 80.
Pena que a audiência não esteja agradando a emissora, que irá adiantar o fim da temporada. A Globo ainda não percebeu que a perda de audiência, em vários horários, não é algo tão simples de se contornar, e que por mais boa que seja uma trama, ela não irá alcançar um sucesso como o obtido em 2004 facilmente.
Sacadas como as confusões provocadas pela semelhança entre o nome das cidades de “Serra da Pedra” e “Pedra da Serra”, por exemplo, tornam o texto delicioso. Ao mesmo tempo, temas fortes como doenças sexualmente transmissíveis e literatura erótica tornam o texto atraente até mesmo para o público adulto.
Um excelente elenco tem sido contemplado com personagens muito bons. Maria Cláudia, personagem de Isabella Dionísio, por exemplo, é a patricinha fuchiqueira. O casal Valentina e Lucca, personagens de Júlia Bernat e Erik Vesch, são totalmente fora dos padrões: ele é frágil e sensível; ela é marrenta e racional. As vilãs também se apresentam de forma muito criativa: ambas apaixonadas pelo protagonista, elas tentam atrapalhar o namoro do casal principal juntas.
Um outro ponto alto da produção é a trilha sonora, que revive com estilo sucessos da década de 80.
Pena que a audiência não esteja agradando a emissora, que irá adiantar o fim da temporada. A Globo ainda não percebeu que a perda de audiência, em vários horários, não é algo tão simples de se contornar, e que por mais boa que seja uma trama, ela não irá alcançar um sucesso como o obtido em 2004 facilmente.
Um comentário:
Legal seu comentário, Van...mas eu não gosto de Malhação e confesso: é puro preconceito! Por melhor que o roteiro estivesse eu não ligaria minha TV pra desperdiçar meu precioso tempo no título Malhação. Essa novelinha já foi malhada há muito tempo. Resta à Globo aposentar o nome enquanto ele tem algum prestígio entre a galerinha de 13 anos e lançar alguma coisa nova, ainda que igual!
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